Entenda o processo de migração para o mercado livre de energia com o BTG+ business

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Como fica a relação com a distribuidora depois que as empresas fazem a migração


A possibilidade de escolher o fornecimento de energia que mais se adequa ao seu plano de negócios já é uma realidade para muitas empresas no Brasil. Trata-se do mercado livre de energia, uma modalidade de serviço personalizado, flexível e muito mais econômico. No Brasil, há duas modalidades de fornecimento de energia: o mercado regulado e o mercado livre. No mercado regulado, os consumidores compram energia através de uma distribuidora, que faz o papel de intermediária entre os geradores e os consumidores de energia. 

Já no mercado livre não há intermediários. Nesse ambiente, os consumidores têm a opção de comprar energia de uma outra fonte além da concessionária responsável pelo suprimento local. Nessa modalidade, os participantes podem negociar livremente todas as condições comerciais, como fornecedor, preço, quantidade de energia contratada, período de suprimento, entre outras.

“O mercado livre de energia nasceu da necessidade dos clientes de encontrar um serviço não padronizado, com o qual eles pudessem ser mais ativos e conscientes das suas escolhas”, explica Manuel Gorito, sócio do BTG Pactual. Desse modo, o mercado livre de energia se consolida como uma forma segura e confiável de adquirir energia por um valor negociável.

Como migrar para o mercado livre com o BTG+ business?

O processo de migração inicia com uma análise da conta de luz realizada pelo BTG+ business, que faz um estudo de proposta e, em no máximo dois dias, dá um retorno ao cliente interessado. Em seguida, o cliente trocará o contrato de energia da distribuidora por um contrato de energia com o BTG+ business. Hoje, quem utiliza o mercado regulado possui dois contratos: um de energia e outro de infraestrutura, que é renovado automaticamente todo ano. Para migrar para o mercado livre, o consumidor deve efetuar o cancelamento do contrato de energia mediante um aviso prévio à concessionária com, no mínimo, seis meses de antecedência. 

O prazo para concluir a migração é variável e vai depender de quando foi feita a notificação à distribuidora, podendo variar de seis meses a um ano. Quanto ao tempo necessário para o desconto aparecer, Gorito explica que existe uma data vinculada ao contrato do cliente com a distribuidora, permitindo a realização da migração. “Trata-se de uma data variável, que depende do momento em que haverá a notificação à distribuidora, avisando que a contraparte vai querer trocar o seu provedor de energia”, esclarece o especialista.

E como fica o relacionamento com a concessionária de distribuição elétrica?

Em relação ao fornecimento de energia, não há qualquer mudança. Se o cliente continuar tendo um excelente serviço ou tiver algum prejuízo, isso continuará sendo mérito ou ônus da distribuidora. “O cliente, com o BTG, só vai comprar a energia no mundo financeiro. Com relação à segurança da entrega ou com quem falar em caso de problemas continuará sendo com quem ele sempre falou, a distribuidora”, explica Gorito.